
“Mas agora vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham a minha alegria completa em si mesmos.” (João 17:13)
A alegria da comunhão com Cristo em nosso corpo ressuscitado será uma alegria incomparável, maior a qualquer coisa que tivermos experimentado nesta vida. Ainda em seu ministério terreno, Cristo ofereceu a seus discípulos a sua própria alegria.
A alegria de Cristo era uma alegria eterna de amor por seu Pai. Compartilhar da alegria de Jesus significa compartilhar da alegria do Filho no Pai. Essa é a razão pela qual a alegria seria completa. Cristo sabia que essa plenitude de alegria não atingiria seu auge nessa vida terrena.
Cristo orou a nosso favor para que nos fossem dadas capacidades para desfrutar a comunhão com Ele. É uma promessa de que não seremos deixados a sorte de nossos próprios limites para amar e desfrutar o Filho de Deus. Receberemos o amor do Pai ao Filho.
“Pai justo, o mundo não te conheceu. Eu, porém, te conheci, e também estes reconheceram que tu me enviaste. Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.” (João 17:25-26)
Nossa esperança é desfrutar Jesus com o deleite do Senhor; essa esperança é grandiosa, em especial quando compreendemos quão deficientes e imperfeitos somos em nossas emoções. Todos sabemos que o nosso amor por Cristo e a alegria que o acompanha são muito fracos em comparação ao que Jesus merece.
Nossas afeições em nosso relacionamento com Cristo ficam muito aquém do que sabemos que deveriam ser. A nossa esperança é que a alegria que provamos nesta vida receberá uma grandiosa adição na presença do Senhor, mais do que podemos imaginar. Cristo orou a respeito disso. O Senhor derramará sobre nós o Seu próprio amor por Jesus.
Nossa alegria em Cristo mesmo agora é uma obra do Senhor e do Espírito Santo. A nossa alegria no Senhor e em Cristo se deve à presença do Espírito Santo em nossa vida, criando a capa- cidade de nos alegramos em Deus e em Jesus.
“Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14:17)
“E vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra com a alegria que vem do Espírito Santo, apesar dos muitos sofrimentos.” (1Tessalonicenses 1:6)
Nós conhecemos ao Senhor de alguma maneira. E nosso amor e nossa alegria foram vivificados. Não seremos impedidos por nosso mundanismo atual e pelas corrupções remanescentes, tampouco pelas restrições de um corpo caído.
“Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.” (João 17:26)
Cristo promete ir além; Ele tornará Deus conhecido de maneiras novas e inimagináveis, com o resultado de que o amor do Senhor pelo Filho se tornará mais plenamente o nosso próprio amor por Cristo, para que sejamos capazes de desfrutar Cristo com a intensidade com as quais deveríamos.
A alegria depois da morte aumentará muito; esse novo nível de alegria no Senhor em comunhão com Jesus será experimentado parcialmente quando morrermos e depois, de maneira ainda mais plena, na segunda vinda. Paulo diz em Filipenses 1:23-24; e quando morrermos, nossa alma será aperfeiçoada na presença de Jesus.
“Estou cercado pelos dois lados, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Mas, por causa de vocês, é mais necessário que eu continue a viver.” (Filipenses 1:23-24)
“a igreja dos primogênitos arrolados nos céus. Vocês chegaram a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados,” (Hebreus 12:23)
Mundanismo e corrupção não mais obstruirão o nosso coração. E a nossa comunhão com Cristo será mais imediata no Céu do que o foi neste mundo. É por essa razão que Paulo diz que a morte será incomparavelmente melhor. A alegria dessa comunhão sobrepujará qualquer coisa que tivermos conhecido aqui na terra.
Isso significa que o incomparavelmente melhor de morrer e estar com Jesus é sobrepujado pelo incomparavelmente muito melhor de ser revestido com um novo corpo na segunda vinda de Cristo.
Concluímos que nosso desfrute da comunhão com Cristo, quando ele vier, será muito maior do que o nosso desfrute de sua comunhão no período entre a nossa morte e a segunda vinda. E essa alegria maior resultará em parte do fato de que nos relacionaremos com ele em nosso corpo ressurreto.
A razão para atribuirmos nossa alegria maior ao fato de recebermos um novo corpo é que os nossos sentidos físicos novos e glorificados serão poderosos, acima de nossa concepção presente, para que, por meio deles, tanto percebamos quanto expressemos as dimensões da pessoa e da obra de Jesus em maneiras anteriormente impossíveis.
Outra razão pela qual nossa alegria em Cristo será maior, quando tivermos corpos glorificados, é que a inter-relação entre o nosso corpo espiritual glorificado e o nosso espírito glorificado estará mais íntima e perfeitamente entrelaçada do que o nosso espírito e o nosso corpo provam agora. Cristo deixa claro que, em sua vinda, entraremos em uma nova experiência de alegria, a qual ele chama de entrar em sua própria alegria.
“Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.” (1Coríntios 15:44)
SEJA ABENÇOADO !

Deixe um comentário